Já parou para pensar quanto rende R$ 100 mil na poupança? Muita gente diz que esse investimento não traz um bom retorno. Mas será que é isso mesmo? Como a missão do nosso blog é ajudar você a tomar boas decisões.

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A verdade é que R$ 100 mil pode render bem mais em outros tipos de investimento. Infelizmente, nem todo mundo sabe disso e muitos deixam de aproveitar boas oportunidades.

Aqui, você verá quanto rende R$ 100 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão na poupança. E mais, vai descobrir quais investimentos oferecem uma rentabilidade melhor e ainda conseguirá entender como funcionam os juros da poupança. 

Nem todo mundo sabe onde investir 100 mil reais. Isso é normal. Entre janeiro e março de 2021, a renda per capita ficou em R$ 995 por mês no Brasil.

Isso resulta em R$ 11.940 por ano. Ou seja, desconsiderando qualquer gasto, seria preciso juntar dinheiro por mais de 8 anos para chegar a R$ 100 mil. Sem entrar em outros questionamentos, fica claro que isso seria praticamente impossível.

quanto renderia um montante de R$ 100 mil investido em títulos do Tesouro Direto? No Papo com Especialista, programa ao vivo do UOL, o economista César Esperandio fez algumas simulações nas três modalidades deste investimento.

Vamos para um cenário de médio prazo. Afinal, se você quer saber quanto rende 100 mil na poupança, precisa também entender que é necessário aplicar o valor por um prazo maior para ter ainda mais vantagens.

Então, levando em consideração o mesmo valor e a mesma taxa da Selic, em cinco anos, 100 mil rendem R$ 8.099,86. Significa que os juros no ano seriam de aproximadamente 1,575%.

Para um cenário de longo prazo, quanto rende 100 mil na poupança? Os valores começam a melhorar, mas ainda não é a melhor opção.

Considerando o mesmo cenário da taxa Selic, da Taxa Referencial e o valor de investimento, em dez anos você terá o rendimento de R$ 16.855,89. Dessa forma, se esperar os dez anos para resgatar o valor, poderá pegar R$ 116.855,89.

Essa elevação tem dois impactos importantes na vida financeira das pessoas: por um lado, o movimento tem o objetivo de combater a inflação, ao aumentar o custo do crédito e diminuir o consumo; por outro, ela faz com que o rendimento de aplicações financeiras de renda fixa.

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