Investir em ações e se tornar sócio de boas empresas é um exercício constante que requer conhecimento e planejamento financeiro. Segundo o analista Murilo Breder, da Easynvest by Nubank, ter uma carteira diversificada de ações é o melhor investimento para o longo prazo.

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Na Bolsa de Valores, nem sempre preço baixo significa ação barata. Pelo contrário, pode significar que a empresa esteja passando por problemas ou que o mercado não enxergue boas perspectivas para aquele negócio, o conhecido “mico”.

Por outro lado, alguns papéis mais acessíveis chamam a atenção dos investidores, que anseiam descobrir um novo case ‘Magazine Luiza’.

Uma ação que custa R$ 1,50 é mais barata do que outra cujo preço é R$ 100? A resposta é: depende. Para analisar se os papéis de uma empresa estão verdadeiramente descontados, existem alguns indicativos importantes que devem ser observados, para além da cotação vigente. Um deles é a relação entre preço atual dos ativos e o lucro por ação (P/L) dos últimos 12 meses.

Em termos gerais, essa fórmula mostra o quanto os investidores estão dispostos a pagar por um ativo. Um P/L muito baixo, por exemplo, demostra que há uma desproporção entre o interesse do mercado e o lucro apresentado por determinada empresa.

Em outras palavras, a ação está barata, seja por ser uma oportunidade que está passando despercebida ou por existirem riscos e incertezas em relação à empresa.

Dentre os assuntos mais procurados na internet quando o tema é investimento na Bolsa de Valores, estão os termos relacionados às ações mais baratas para investir”. A intenção de busca reflete uma das formas mais recorrentes de operações em renda variável: comprar barato e vender caro.

Muitas vezes, essa pesquisa acontece atrelada ao interesse nos relatórios e recomendações de corretoras e analistas de mercado, que aplicam técnicas e estudos específicos para descobrir quais são as ações que estão mais em conta para investir.

Por isso, as produções das mais diversas formas de carteiras de ações recomendadas com indicações de especialistas continuam em forte crescimento.

Mas ele ressalta que, para constituir esta carteira, é preciso constância na hora de investir. Seguindo esta lógica, sempre é um bom momento para comprar ações. Contudo, a questão não é apenas comprar boas empresas e sim acertar o melhor momento de montar posição nelas.

Muito além de acertar o topo ou o fundo do poço das ações, Breder destaca a importância de identificar companhias com bons fundamentos e que podem ser consideradas as ações mais baratas.

Para seguir esta estratégia de seleção, ele esclarece que nem sempre a pontuação do Ibovespa nos apresenta a realidade do mercado de ações. Isso porque o principal índice da B3 é 50% composto por bancos e commodities. “A pontuação do Ibovespa só faz sentido para quem investe em ETF ou tem grandes bancos e commodities na carteira”.

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