Invadir banco de dados de site é uma das estratégias maliciosas que criminosos utilizam atualmente no mundo digital. Para se preparar, as empresas precisam adotar uma postura proativa, o que inclui conhecimento sobre os tipos de ataque, as motivações e as ações necessárias para assegurar proteção.

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Para manter consistência na estratégia de marketing no universo digital, as empresas precisam garantir sites seguros e fortes, sempre estáveis.

Nesse sentido, é possível assegurar que o website esteja livre das estratégias maliciosas empregadas para derrubá-lo e para roubar seus dados — o que é cada vez mais comum hoje. Com conhecimento sobre o assunto, a gestão já pode se preparar para prevenir essa situação.

Isso vai de saber por que hackers tentam invadir banco de dados de site a tentar compreender suas inúmeras abordagens, incluindo a melhor maneira de se proteger de cada uma delas. Assim, a empresa elimina riscos e consegue desenvolver melhor sua estratégia digital, de modo a cooperar com as vendas e com a lucratividade.

O acesso a contas bancárias pelo celular está cada vez mais popular entre as pessoas, mas a vulnerabilidade desses dispositivos a ataques hackers tem comprometido a segurança dos usuários. Em 2015, a multinacional de cibersegurança Kaspersky Lab registrou 17 milhões de casos de celulares invadidos e considerou 75% dos aplicativos inseguros.

São várias as motivações por trás de um ataque coordenado contra um site. É preciso considerar que os bancos de dados carregam as informações pessoais dos clientes, da própria empresa e até mesmo de outras companhias, o que são confidenciais.

A depender do tipo de serviço ou produto vendido, muitos dados particulares podem ser coletados e salvos nesse sistema.

Assim, muitas pessoas mal-intencionadas buscam roubar os dados, ou seja, tomar posse deles de alguma forma. A partir disso, eles conseguem simplesmente vender essas informações para terceiros no mercado de compra de dados pessoais que existe na internet.

Com isso, hackers ganham uma quantia valiosa por esse feito, mesmo que não estejam interessados diretamente nos dados em si.

Em outras situações, criminosos podem querer utilizar os dados diretamente. Em casos de informações bancárias que trafegam em uma loja virtual, por exemplo, eles podem usar esses dados para efetuar compras sem a intenção de pagar, de modo a gerar complicações para o titular.

Nesse cenário, a empresa intermediária é culpada e deve se responsabilizar por negligência e falta de cuidado.

Também existe o sequestro de dados, em que, novamente, não há um interesse direto do hacker nos dados em si. Em casos assim, a pessoa mal-intencionada apenas se apossa das informações virtuais, bloqueando-as para a companhia que os detém, de modo a realizar extorsão e solicitar pagamentos para que tudo seja liberado novamente.

Muitos até pedem resgates em criptomoedas para faturar ainda mais e evitar rastreabilidade.

Além disso, há a ciberespionagem, que consiste em ações coordenadas de hackers para roubar dados de negócio confidenciais de uma empresa. Com isso, os criminosos podem querer alguma ideia para desenvolvê-la antes ou, simplesmente, tentar achar alguma oportunidade de quebrar a organização diretamente.

É importante considerar que um ataque virtual bem-sucedido constitui um forte golpe à reputação de uma empresa. Ela ficará conhecida no mercado como uma opção nada confiável para negociação, pois não cuida dos dados de seus clientes.

Dessa forma, ela perde em competitividade, pois os consumidores vão preferir acessar e realizar transações em outros sites. Nesse sentido, acabar com a capacidade competitiva de uma companhia é outro motivo para alguém mal-intencionado agir.

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