Quem acompanha o mercado, mesmo que de longe, certamente já foi surpreendido pelos altos e baixos de moedas digitais no noticiário. A mais famosa é o Bitcoin, mas muitas outras também já têm relevância – e também a simpatia dos investidores. 

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Criptomoedas são ativos digitais comercializados e produzidos a partir de criptografia. A tecnologia por trás do comércio desse dinheiro virtual é chamada de Blockchain, que consiste em um banco de dados onde ficam armazenados os detalhes sobre as transações que envolvem esses criptoativos. 

As criptomoedas surgiram para serem um dinheiro virtual descentralizado, isto é, sem ligação com instituições financeira e Banco Central. A popularização desses ativos está relacionada com a capacidade das transações acontecerem de forma instantânea e sem intermediários.

O valor mínimo para investir em criptomoedas é uma outra questão que sempre aparece em dúvidas sobre esses ativos.

Assim como outros investimentos, não existe um valor mínimo detalhado para realizar esse investimento. No caso do investimento direto, via exchanges, algumas determinam valores mínimos, porém, não há uma regra.

Já para o investimento em criptomoedas por meio do ETF o valor mínimo depende do preço e negociação deste ativo. Para você ter uma ideia, durante o primeiro semestre de 2021, o valor mínimo para investir no HASH11 ficou na faixa entre R$35 e R$55.

A palavra-chave de 2022 é investimento. Após um ano difícil, com baixa na renda do brasileiro – com os preços lá no alto – conseguir uma grana extra é uma boa; não só para contribuir no dia a dia, mas para aumentar seu patrimônio.

E o novo ano começa com bastante otimismo, principalmente no mercado de criptoativos, o grande foco do investidor nos últimos anos devido à alta valorização. Mas antes de começar ou voltar a injetar recursos no mercado, é preciso saber se essa crescente das criptomoedas continuará nos próximos meses. 

As criptomoedas são ativos com um enorme potencial de crescimento, mas até que alcancem maior maturidade seguirão incrivelmente especulativos e voláteis. Elas são uma forma descentralizada de dinheiro digital que elimina a necessidade de intermediários tradicionais, como bancos e governos, para transações financeiras.

Por esta classe de ativos possuir baixa correlação com outros mercados e apresentar muita oscilação na demanda, existe muita instabilidade.

Para se ter uma ideia, o Bitcoin, que é o criptoativo mais popular do mercado, valorizou mais de 100% no primeiro trimestre de 2021, mas fechou o segundo trimestre com uma queda de 41%. Sendo assim, é muito importante identificar quais oportunidades estão por trás deste tipo de investimento e como elas se encaixam ao seus objetivos.

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