As moedas virtuais, especialmente o Bitcoin, chamam a atenção por sua alta valorização, e as novas possibilidades que trazem para o universo financeiro. Contudo, ao mesmo tempo, esse mercado também pode deixar alguns investidores mais receosos, por se tratar de um segmento ainda desconhecido, com uma série de particularidades na hora de investir.

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Hoje em dia, o investidor de criptomoedas deve considerar vários critérios antes de escolher qual será a sua plataforma de investimento entre as melhores exchanges de Bitcoin disponíveis. Afinal, o mercado brasileiro de corretoras de Bitcoin e altcoins têm ganhado cada vez mais players em uma disputa feroz pelos novos traders e investidores de cripto.

Por isso, levar em conta quesitos como segurança, liquidez, atendimento, fluidez da plataforma, entre outros, são imprescindíveis no momento de optar entre uma ou outra exchange de Bitcoin.

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As exchanges de criptomoedas do Brasil começaram a atuar no mercado nacional por volta de 2013, quando o Bitcoin (BTC) valia cerca de US$ 200 dólares, Ethereum (ETH) ainda não havia sido lançado e as criptomoedas ainda eram pouco conhecidas. 

Desde então, a adoção de criptomoedas no país só cresceu, com novas empresas brasileiras lançando suas plataformas de negociação no mercado. Em 2017, o processo de adoção das criptomoedas cresceu exponencialmente com a euforia das máximas históricas atingidas no ano.

Em 2018, as criptomoedas passaram por um ano difícil, que só começou a melhor em 2019, com discussões políticas sobre uma regulamentação específica e de determinações da Receita Federal e do Banco Central. 

No mercado financeiro tradicional, o termo trade é usualmente utilizado para designar operações de curto prazo, com foco na especulação. Um exemplo é o day trade, que permite ao especulador negociar ativos em um mesmo pregão da bolsa de valores.

No entanto, para o universo dos criptoativos, o conceito é um pouco mais amplo. O trade de criptomoedas consiste em todo o processo de compra e venda desses ativos digitais — seja para o curto ou longo prazo.

Uma das formas de fazer essa negociação é com a modalidade peer-to-peer (P2P), ou ponto a ponto. A partir dela, dois investidores se conectam e fazem a negociação direta de criptos sem a ação de intermediários.

No entanto, esse tipo de estratégia costuma trazer mais riscos. Embora as redes blockchain sejam ambientes seguros e que dificultam as ações de hackers, ainda existem golpistas que operam nesse mercado.

Por isso, pode ser mais interessante fazer negociações por meio de exchanges. Como você viu, elas têm um funcionamento similar ao dos bancos de investimento. Portanto, operam como intermediárias nas transações desse mercado.

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