O preço médio de riqueza dos investidores de Bitcoin tem caído ao longo dos anos, segundo um analista. Para ele, mesmo com a quantidade de moedas necessárias para ser uma pessoa rica com a criptomoedas caindo, o valor de cada unidade continua subindo.

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A cada dia que passa, mais bitcoins são minerados na rede a uma taxa média de 900 moedas por dia. Contudo, a moeda digital tem um limite de oferta.

Com a corrida ao ouro digital, muitos acabam comprando o Bitcoin em diferentes regiões de preços. Assim, a noção de riqueza com a criptomoeda também pode estar diferente, segundo um analista do mercado.

O Bitcoin (BTC) foi de longe o ativo com o melhor desempenho da última década, ultrapassando todos os índices acionários, commodities ou fundos de investimento, trazendo um retorno exponencial para os seus investidores iniciais.

O BTC, que começou literalmente sendo cotado próximo a zero, multiplicou seu preço milhares de vezes ao longo dos anos, atingindo o seu pico em US$ 69 mil dólares, cerca de 12 anos após a sua criação.

Certamente, muitos investidores se tornaram bilionários com os retornos do cripto-ativo. Contudo, ainda é possível ficar rico com o bitcoin? Para respondermos esta pergunta, será necessário entender o real potencial do cripto-ativo. Em um cenário ótimo, qual pode ser o percentual da economia global que o BTC pode acumular em sua rede?

Afinal, você não precisa – e nem deve – investir muito para ficar, literalmente, milionário nesse mercado. Da mesma forma, você também não precisa de diversos acertos para ter a sua vida financeira completamente transformada.

Por exemplo, quem investiu o dinheiro de um café na padaria no Bitcoin quando ele ainda era um mero desconhecido – em 2010 – hoje já acumula a fortuna de uma vida toda. Afinal, trata-se de uma valorização superior a 3.000.000%, transformando cada 10 reais investidos em mais de R$ 3 milhões.

A assimetria está justamente aí: no pior e mais improvável cenário, o investimento iria a zero e o investidor em questão perderia os 10 reais aportados. Em contrapartida, não há limite de ganho e, por isso, esses 10 reais se tornaram, literalmente, milhões em um prazo relativamente curto de tempo. Quer mais um exemplo?

Quem investiu 500 reais em Ethereum em janeiro de 2016 quando a cripto ainda era negociada a US$ 0,99, hoje acumula um patrimônio de US$ 1.071.500. Já que Ethereum vale atualmente mais de US$ 2.100.

E por falar em Ethereum, outro grande exemplo dessa assimetria é o caso da criptomoeda “rival” da Ethereum, a Cardano. ADA, como é conhecida na comunidade de criptoinvestidores, foi criada em 2017 custando apenas R$ 0,082. 

Mas, em apenas 3 anos, ela saiu do anonimato para se tornar o sexto criptoativo mais valioso do mundo. Hoje, custa R$ 9,89 e multiplicou por mais de 120 vezes o dinheiro investido formando uma nova legião de milionários no processo.

Basta dar um Google que você achará uma série de relatos de pessoas comuns que ficaram ricas em pouco tempo com criptomoedas. Um deles, inclusive é um ex-dentista e hoje youtuber conhecido no universo das criptomoedas que, relatou em um podcast que ficou milionário com Cardano. 

Ele conta que comprou Cardano em dezembro de 2018 quando a cripto ainda era cotada a R$ 0,16 e vendeu uma parte da sua posição somente quando ela atingiu o patamar de R$ 1,50. O restante vendeu quando a cripto atingiu R$ 1,80.

O então dentista cita que a cripto foi a grande responsável por fazer com que ele mudasse de vida e inclusive parasse de atuar profissionalmente como dentista. Hoje ele vive “apenas” do mundo cripto, investindo em projetos inovadores e lucrando – muito – com eles.

Essa é a mágica que somente esse mercado pode te proporcionar: a possibilidade de ficar verdadeiramente rico a partir de quantias modestas, que não vão te machucar em caso de perda.

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